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ANTIGOS COSTUMES: NASCIMENTO E BATIZADO
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ANTIGOS COSTUMES: NASCIMENTO E BATIZADO

ANTIGOS COSTUMES: NASCIMENTO E BATIZADO

(revisitando hábitos...)

Ao lado dos afazeres do dia a dia dos moradores do interior, existem vários outros “acontecimentos”, bem como todos os seus desdobramentos, conforme o livro “Raízes de Ipê” (Vários organizadores – Evangraf – 2012), em um de seus relatos:

“........ Elas (as parteiras) existiam, muitas vezes, pela falta de assistência médica ou pela distância dos postos de saúde, ou porque viviam em situação de isolamento, em muitos casos, a própria mãe ou o marido da mulher fazia o parto pela demora da parteira ou por morar em um lugar de difícil acesso. Os partos em casa também tinham suas complicações, muitas mães morriam de hemorragia e, muitos bebês morriam por falta de oxigênio”.

“Quando a parteira chegava ela pedia a ajuda de um familiar para trazer os objetos necessários, como por exemplo, uma gamela de madeira, água morna, panos para limpar o local e uma tesoura ou uma faca para cortar o cordão umbilical do recém-nascido. A mulher grávida deitava-se ou ficava de croque, a parteira passava em sua mão azeite ou banha de porco para massagear a barriga da mulher assim esperando até que o bebê começasse a nascer”.

“.......... Logo após o parto, a parteira receitava chás caseiros para que elas tomassem para que não secasse o leite materno ou para que a mulher não ficasse adoentada, muitas mulheres ficavam no seu tempo de quarentena............”.

“Muitas crianças, na maioria das vezes, eram batizadas apenas em casa, após certa idade, na igreja eram batizadas apenas os que tinham mais terras, .......”.

“............ As crianças que eram batizadas em casa, também tinham um casal de padrinhos geralmente parente próximo, colocavam a melhor roupa que a criança tinha, pegavam um copo, dois galhos de arruda, enchiam o copo com água da torneira e molhavam a arruda, e falavam ‘eu te batizo em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo, amém’. Após terminarem a cerimônia, a água do copo devia ser jogada fora em água corrente. Para os padrinhos era uma grande responsabilidade, pois seriam os segundos pais”.

A vida no interior, será sempre sinônimo de calma, qualidade de vida, segurança, etc, com usos e costumes próprios, como vemos no interior aqui do Rio grande do Sul... a nossa terra!

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