Jornal Nova Época O Jornal do seu tempo

loader
X

Fale Conosco:

Aguarde, enviando contato!
<<< VOLTAR
As mulheres da minha terra
  • Compartilhe esse post
  • Compartilhar no Facebook00
  • Compartilhar no Twitter
  • Compartilhar no Whatsapp

As mulheres da minha terra

Presença feminina – avó, mãe, irmã, namorada, companheira, amante, esposa, – uma identidade na sociedade atual. Dotada de direitos, deveres, liberdade de expressão e, como disse alguém certa vez “desbravando e, principalmente, recuperando os seus anos a fio que foram lhes roubado”.
Na verdade, essas mulheres são mãos, braços, ombros... coração, a apoiar seu semelhante, seja familiar ou não...
E os versos de Luiz Coronel...
As mulheres da minha terra, / obreiras de sol a sol,
são ardentes e são férteis / sob o luar do lençol.
O tempo atrás das cortinas, / a toalha branca na mesa.
Retratos de mãe a vós / revelam rancor e grandeza.
Altivas em seu silêncio, / as mulheres da minha terra
colocam flores nos jarros / e fogo em armas de guerra.
As mulheres da minha terra / bem aprenderam na espera:
podem passar vendavais / que tudo se recupera.
As mulheres da minha terra / a espera as fez maduras.
São fortes e são distantes / em sua difícil ternura.
As mulheres da minha terra / ante o tempo e a solidão
carregam o futuro nos ombros / e os filhos pela mão.
Nossa literatura gaúcha, muito bem expressa essa mulher guerreira, na obra-prima escrita por Érico Veríssimo:
“Ana Terra é uma personagem que integra o primeiro volume da trilogia O Tempo e o Vento, protagonista do primeiro drama por que passa a família de pioneiros gaúchos, na saga histórica e regionalista que se desenvolve onde é hoje o território do Rio Grande do Sul.
Ana Terra é filha de Henriqueta e Maneco Terra, pioneiro dono de uma estância no ermo dos pampas gaúchos. Eram moradores da cidade paulista de Sorocaba, que migraram para o Rio Grande – chamado de ‘Continente’ – quando os estancieiros foram conquistando as terras aos índios e espanhóis. A história começa com Ana aos 25 anos (..........). Após uma passagem na estância do militar Major Rafael Pinto Bandeira (em 1777), a moça sonha com as palavras do herói gaúcho, que dissera que o País precisava de mulheres ‘bonitas e trabalhadoras’, como ela....”.
Assim, uma justa homenagem a todas as mulheres nesse 8 de março – principalmente à Solange – a “Ana” e a mulher da minha terra (casa!).
Poesias e relatos que falam da mulher gaúcha, na história do Rio Grande do Sul... a nossa terra!

  • Compartilhe esse post
  • Compartilhar no Facebook00
  • Compartilhar no Twitter
  • Compartilhar no Whatsapp

Olá, deixe seu comentário para As mulheres da minha terra

Enviando Comentário Fechar :/

Últimas Notícias

Matérias de Capa

PUBLICIDADE Jornal Nova Época