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AS REZAS DO FOLCLORE
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AS REZAS DO FOLCLORE

AS REZAS DO FOLCLORE

(em oração...)

Elas são conhecidas em todo o Brasil, acompanhadas de benzimentos, bênçãos e rituais de cura, onde o homem do meio rural, principalmente, encontra a solução para seus males.

Existem aquelas rezas para as doenças específicas, sendo que outras, servem para qualquer doença. Sua origem, provavelmente, venha dos indígenas que, ao primeiro contato com o branco teve as “habilidades” de seus Pajés copiadas e difundidas. Também o africano e o mestiço eram adeptos desses rituais para a cura de enfermos.

As rezas, acredita-se, têm grande poder de cura, não se resumindo apenas no corpo (ou membro do corpo lastimado), mas também da alma, do espírito. Servem para os mais variados fins, desde estancar um sangue até uma pessoa engasgada. E mais: para dor de dente, eliminar vermes, curar doenças da pele, cobreiro, sapinho, ínguas, torcicolos, etc, etc, etc.

Certas rezas têm sua força no “segredo”, ou seja, ninguém fica sabendo o conteúdo da oração, por isso, muitas vezes, não conseguimos entender o que o benzedor diz.

Vejamos algumas...
“Do tutano deu no osso,
do osso deu no nervo,
do nervo deu na carne,
da carne deu na pele,
da pele foi para as ondas do mar...”.


Algumas orações são contra o “mal-de-vento” ou “ar brabo”, ou seja quando tem-se alguma parte do corpo, geralmente a face, paralisada.
“Vento maldito, vento excomungado.
Nosso Senhor não te quer aqui.
Nossa Senhora há de te tirar.
Nossa Senhora há de te levar”.

As benzeduras e suas orações próprias, segundo pesquisadores, são a ligação, a aliança, com os santos de um lado, com os homens de outro e, entre ambos, simultaneamente (Oliveira – 1985).

As rezas das velhas comadres benzedeiras e toda a sua cultura popular, são hoje de uma riqueza incalculável. E motivo de estudo sobre o folclore do Rio Grande do Sul... a nossa terra!

Da sapiência dos almanaques: A educação deve vir de casa (tema de casa); o papel da escola é transmitir conhecimentos.

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