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Canela de antigamente - O “Morro da Perereca”
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Canela de antigamente - O “Morro da Perereca”

No famoso Morro da Perereca, segundo fontes orais, muitos ônibus, caminhões – principalmente na época do transporte de madeira – e até pequenos automóveis “iam pra valeta”, para usar uma expressão da época. Na verdade, em dias de chuva aquele morro, antes do asfalto, era um grande obstáculo, onde o recurso mais usado era “acorrentar” ou ser rebocado por outro caminhão ou trator. O referido morro, hoje está mais “suave”. Na direção Canela / São Francisco de Paula, na RS 235 (divisa dos municípios) pouco antes do pedágio.
Havia no local, segundo informações, uma mulher de aparência muito suja, que morava em um ranchinho de madeira. Com aparente problema psíquico, costumava vestir várias peças de roupa de uma só vez. Alguns informantes dão conta que essa mulher teria vindo da Vacaria, se chamava Cândida ou Candinha – tinha duas filhas e, de quando em vez, promovia algumas “festas”... um prostíbulo. Sua casa situava-se no início do referido morro, à esquerda, no sentido Canela / São Francisco de Paula
Também em dias de chuva – segundo contam – costumava zombar de quem atolava o carro ou caminhão no morro. Da mesma forma, quando alguém não conseguia subir, ou caía nas valetas. Seu apelido (ninguém soube dizer o porquê): “perereca”. Era uma pessoa alegre e, apesar do modo que vivia, sabia respeitar as famílias. E, por ser muito conhecida, ficou como uma referência para designar o local.
Dona Roma Vaccari – uma das fontes consultada para este texto – diz que ainda criança, morando nas proximidades, chegou conhecer dona Cândida ou Candinha. Contou, também, que ela veio a falecer em uma briga (ferimento de faca no ventre), mesmo sendo socorrida por vizinhos.
Dona Roma, igual a outros pesquisadores de Canela conhece, como poucos, a história e a oralidade de causos sobre nossa cidade.

Veiculando pelos canais de TV (leia-se RBS) um clipe de forte apelo telúrico: “Viva o nosso inverno... A estação mais gaúcha do Brasil”. Onde o fogo de chão, o fogão à lenha, o pinhão, o chimarrão e a bergamota traduzem a mais pura identidade do Rio Grande do Sul... a nossa terra!

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