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CULINÁRIA BRASILEIRA
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CULINÁRIA BRASILEIRA

Tão grande quanto seu território é, sem dúvida, a diversidade dos pratos típicos do Brasil, quanto a Estados e regiões.
Com base nas pesquisas de Alceu M. Araújo (in, Cultura Popular Brasileira), destacamos alguns itens...

Região do Mato Grosso
Farofa de banana:
Os mato-grossenses, principalmente os cuiabanos, apreciam essa farofa, com a banana-da-terra com farinha de mandioca ou de milho. Segundo dizem, o “melhor acompanhamento para se comer um pacu frito, assado ou ensopado...”.
Arroz com pequi:
Pequi é a fruta espinhenta com a qual se tempera o arroz. Um prato delicioso, para quem não tem preguiça de separar os espinhos...
Região de Alagoas
Maçunim e sururu:
São moluscos. Ao maçunim, lavado recém tirado da praia, acrescenta-se coentro, azeite doce, azeite-de-dendê, cebola, tomate, pimentão, limão, pimenta-de-cheiro, sal e leite de coco. Leva-se ao fogo, até secar um pouco. Acompanha um “escaldado”, ou seja, um pirão de farinha de mandioca. O sururu é de capote quando vai com casca para a mesa. Come-se também com pirão.
Buchada:
Ainda Alceu M. Araújo: “Dentre as comidas gostosas do Nordeste, a mais gostosa é, sem dúvida a buchada. É o prato nobre, para os grandes acontecimentos. Comido por ocasião de casamentos e festas”.
A receita é: mata-se o carneiro. Colhe-se o sangue, põe-se sal. Cozinha-se o sangue. Escalda-se o fato (!?) e raspam-se as tripas bem raspadas. Lavam-se bem e picam-se em pequenos pedaços as tripa e um pouco de fígado. Mistura-se tudo. Junta-se tempero (tomate, cominho, pimenta, hortelã, segurelha, cebola, alho, colorau, pimentão). Mistura-se tudo, com o sangue cozido. Deixa-se descansar para tomar tempero. Enche-se o bucho e costura-se. Deve-se encher muito bem para não entrar água e ficar bem cozido. Mistura-se com o restante do fato (coração, fígado, língua). O rim, não, porque este pertence à carne e não ao fato do animal. Põe-se a cozinhar. Deixa-se cozinhar bem e tomar cuidado para não queimar. Coloca-se um pires no fundo da panela para a buchada não queimar.

Alceu Maynar Araújo, em toda a sua vida, se dedicou à pesquisa e divulgação do Folclore não só paulista, mas brasileiro. Pesquisando, também, os costumes do Rio Grande do Sul... a nossa terra!

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