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DEZ ANOS DE PAIXÃO POR CANELA
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DEZ ANOS DE PAIXÃO POR CANELA

DEZ ANOS DE PAIXÃO POR CANELA

O JORNAL DOS CANELENSES

Em 1° de junho de 2022, o jornal Nova Época completou dez anos de circulação ininterrupta em sua nova fase. Sob a administração de Marina Gil, Bira Gil e Claiton Saul, o Brasa, o semanário acompanhou o crescimento de Canela. Nesta última década, retratamos com imparcialidade os fatos da nossa comunidade. Torcemos e vibramos com nossas conquistas. Atualmente, temos o orgulho de sermos o único jornal impresso com sede em Canela, um veículo genuinamente canelense.
O legado de contribuições do NE recomeçou a partir do projeto de Marina Gil e Brasa de ampliar os negócios na área de comunicação. “Nós tínhamos a Trix, mas eu vinha procurando um produto novo para diversificar os serviços da agência de propaganda. O Bira mandou mensagem dizendo que a marca Nova Época iria a leilão. Quando li, pensei: é isso!”, recorda Marina.
Para viabilizar o negócio, Marina buscou parceiros. “Convidamos a Marta Severo e o Sérgio Santos para serem sócios. Compramos a marca no INPI e iniciamos o jornal do zero. Ficamos seis meses planejando. Não tínhamos nem assinantes”, lembra.
Conforme Marina, o jornalista Gilberto Michaelsen, que fundou e dirigiu o Jornal de Gramado por mais de duas décadas, foi contratado para dar consultoria. “Começamos tudo novo e o Mica foi uma lanterna na escuridão. Tínhamos a experiência da agência, mas não sabíamos fazer jornal. O Mica foi muito generoso e passou boa parte do seu conhecimento na área. Em 1° de junho de 2012, nós lançamos a primeira edição”, destaca a diretora.
Com sua primeira sede na avenida João Pessoa, o NE passou a ser administrado por Marina, Bira e Brasa em 2013. Depois, em outubro do mesmo ano, o jornal mudou para o atual endereço: avenida Júlio de Castilhos, 990.
Para Marina, a pandemia da Covid-19 impôs o maior desafio para o veículo de comunicação. “Foi um grande impacto. Tudo parou. Os anunciantes precisaram segurar as contas. No entanto, fizemos a opção por não parar de imprimir. E nosso maior custo é justamente com a impressão. Com o mundo cada vez mais digital, esperamos continuar escrevendo as páginas da história de Canela por muitos anos”, frisa.

DEZ ANOS DE PAIXÃO POR CANELA
EQUIPE NE: Bira, Brasa, Marina, Halder, Amanda, Betão e Martim. Não estão na foto, Mofo e Milton

Fotos: Dani Bat

CAPAS MARCANTES DO NE

DEZ ANOS DE PAIXÃO POR CANELA

 

 

MARINA GIL - DIRETORA DO NOVA ÉPOCA

DEZ ANOS DE PAIXÃO POR CANELA

O Nova Época é meu filho mais novo. E devo dizer que ele exige muito de mim, que me dá muitas alegrias e também preocupações. Ele tem apenas 10 anos, mas já conta com princípios morais bem alicerçados, um espírito comunitário forte e muito conhecimento de história. Ele se criou num mundo cada vez mais digital, mas não perdeu seu tom analógico. Apesar de estar sempre presente nas redes, é no papel que ele ainda é forte e valorizado. Mesmo com a pouca idade, se comunica muito bem com boa parte de Canela e região e, muito comunicativo que é, distribui doses semanais de informação de qualidade e credibilidade.
Não é fácil criar esse filho em tempos de fake news e pandemia, mas os desafios que aparecem no caminho nada mais são que estímulos para seguirmos em frente e continuar nossa caminhada.
De mãos dadas, atravessamos o tempo oferecendo a nossa comunidade porções de honestidade, verdade e retidão, misturado com respeito e ética.
De cabeça erguida e com orgulho do que construímos, entregamos aos leitores mais do que notícias: distribuímos memória e pertencimento!
Nosso propósito é fazer a diferença de forma positiva, promover pessoas e empresas, disseminar cultura e entregar um pouco do que somos e do que queremos ser, dos nossos sonhos e projetos, do nosso olhar sobre o mundo!
Feliz aniversário, meu filho!

 

UMA SÉRIE QUE VIROU LIVROS

Valorizar a história e resgatar a autoestima dos canelenses são premissas para toda a equipe do NE. A série de entrevistas “Os Canelistas” foi um marco no jornalismo regional logo no lançamento. “Como nosso ex-editor, Márcio Cavalli, é ligado ao tradicionalismo e a pesquisa, pensamos em criar uma editoria que contasse a história de pessoas de Canela com legado de contribuição para a comunidade, mas que estivessem vivas. Não queríamos homenagens póstumas. Buscamos que esses personagens da vida real pudessem contar por eles mesmos a sua história”, explica Marina.
Segundo a diretora, a sugestão do nome partiu do editor. “Quando pensamos no nome, o Márcio matou a charada com Canelistas. O nome foi prontamente aceito. Foram 300 pessoas retratadas e 200 estão em duas edições do livro Os Canelistas. Durante muito tempo, as escolas usavam as entrevistas para contar a história da cidade. Como um avô que conta a história para o neto, os entrevistados contavam a história pelo jornal. Não raro acontece das páginas estarem enquadradas na parede das casas das pessoas”, diz
De acordo com Marina, existe um projeto para o lançamento da terceira edição do livro. “Temos dois livros compilados e 100 entrevistados que ainda não foram retratados em livro. Com a série Os Canelistas, valorizamos as pessoas da nossa comunidade. O projeto contribuiu muito para o resgate da memória de Canela”, frisa.


MÁRCIO CAVALLI - JORNALISTA E ADVOGADO

DEZ ANOS DE PAIXÃO POR CANELA

Era janeiro de 2012, quando retornei a Canela, após um ano fora, decidi que não me valia a pena ficar sem ninguém dos meus tão longe. Então, voltei para abrir um jornal.
Porém, soube de outros com o mesmo intento. E, como já existiam dois veículos na cidade, eu não iria ser o quarto jornal em Canela. Soube que a Marina Gil e Bira abririam um também! Bom, eu iria atuar com assessoria de imprensa e retornar às salas de aula.
Um dia, o jornalista Gilberto Michaelsen me ligou. Contou ter me indicado para ser editor do novo Nova Época, que ressurgiria numa terceira fase.
Comecei no dia 27 de março. Planejamos um jornal diferente, ligado afetivamente à comunidade. Até as primeiras bancas onde seriam vendidos os exemplares eu abri!
Circulamos no dia 1º de junho – Dia da Imprensa. E todo colorido!
Por um pedido da Marina para um espaço às pessoas idosas, surgiu “Os Canelistas”, que tive todo o apoio para desenvolver a meu modo, como autor. As páginas ganharam o toque publicitário da Marina, e o Brasa me supria nas férias.
Virou livro graças à Marina, que correu atrás de recursos para, também, viabilizar dois lançamentos memoráveis.“Os Canelistas” me projetou como futuro historiador, e devo isso ao Nova Época. Foram mais de sete anos como editor, num caminho cheio de flores, pedras e muito amadurecimento! Fui reforjado como pessoa – admito. Casei, nasceu meu filho, sustentei minha casa pelo meu trabalho.
O Nova Época me abriu a mente. Podíamos discutir sobre as ideias mais loucas, irrealizáveis, de onde brotavam grandes pautas. Não éramos proibidos de pensar além, de “viajar”, porque tudo se aproveitava. Preguiça de pensar nunca teve vez no Nova Época.
Tive várias discussões com a Marina, mas nunca levamos para o lado pessoal, pois queríamos o melhor em cada edição.
Mas chegou o momento de sair pela imposição de novos desafios, após mais de sete anos. Saí jornalista, me tornei historiador e hoje também sou advogado.
Quando vou ao Nova Época, entro como se estivesse em casa, sem a menor cerimônia. É um vínculo que não vou perder, passe o tempo que passar.


COLUNISTAS CONECTADOS COM A CIDADE

Em sua trajetória, o Nova Época sempre primou pela qualidade da informação e pelo layout diferenciado. “Sempre buscamos um olhar exclusivo para cada notícia. Optamos por jornalistas formados desde a abertura do jornal. Em respeito ao leitor, buscamos a excelência em todos os textos, bem como uma qualidade gráfica”, destaca Marina Gil.
Outro diferencial do NE foi a opção por colunistas especializados em suas áreas de atuação. “Entendemos que tínhamos que falar dos assuntos mais variados para atender o interesse dos leitores. Queríamos falar de ecologia, cultura, moda, saúde, arte, gastronomia e outros temas. Buscamos fazer uma pauta mais diversificada e trazer gente da nossa comunidade com domínio dos assuntos para o jornal”, diz.
Marina frisa que as capas do NE sempre foram planejadas com muito carinho. “Entendemos que a capa é do leitor. Tentamos evitar anúncios grandes. Como temos no nosso DNA a agência, sempre quisemos que a capa fosse um presente. Criamos como quem desenvolve uma peça publicitária, diferenciando o NE de todo e qualquer jornal. Não conheço nenhum veículo que faça isso”, enfatiza.
Para diretora, as capas são o espelho do jornal e buscam semanalmente surpreender assinantes e anunciantes. “Buscamos temas e fotos exclusivas, valorizando as pessoas da nossa cidade. Fizemos e procuramos fazer lindas capas, levando cidadãos canelenses para estúdios. Muitos leitores ficam esperando a sexta-feira para ver o que o NE trará na capa, que é sempre um presente, uma surpresa”, frisa.
Além de capas exclusivas e do conteúdo diferenciado, o NE também aposta em cadernos especiais. “Editamos o Nova Gastrô e o Casa Nova. São produtos próprios que circulam sazonalmente, mas também nos especializamos em cadernos de empresas e entidades”, diz.
Marina faz questão de agradecer a todos os funcionários, ex-funcionários, colunistas, colaboradores, leitores, anunciantes e assinantes que ajudam a construir a história do NE. “Não fizemos nada sozinhos. Quero agradecer a todos que de alguma forma ou outra dedicam seu tempo ao Nova Época”, conclui.

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