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Guardadores de preciosidades
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Guardadores de preciosidades

Coleções e paixões... até dá rima. Prática que começa devagarinho, o ato de coletar (do jeito que for) objetos afins exige dedicação e conhecimento. Legal quando, aqui na página, a gente consegue mostrar originalidade, como é o caso desses dois canelenses que tiram um tempo nos seus afazeres para cuidar de coleções “não usuais”.

AS MUITAS RODAS DE RAFAELGuardadores de preciosidades

Rafael ao lado da bicicleta vermelha, norte-americana, da marca Murray, da década de 1950.

A coleção dele ainda está no início, são apenas dez unidades. Mas já é de volume. Na garagem da sua casa, Rafael da Silva está restaurando, se necessário, e reunindo bicicletas, de diversas épocas. O bacana é que, junto com essas bicicletas que Rafael adquiriu (uma só ele ganhou), vem um pouco da história dos seus ex-donos, muitos deles conhecidos na comunidade. Rafael é filho do repórter Gilberto Silva (in memoriam), que marcou época na Rádio Clube de Canela e no Nova Época, quando de Marco Viezzer. Escolhendo uma das bikes diariamente para variar na pedalada, as bicicletas desse colecionador (que não se diz colecionador) remetem ao tempo em que muita gente usava somente esse veículo. Rafael tem exemplares que pertenceram, por exemplo, a Armindo Licks, a Ademir Hoffmann e Arlindo Franck (que consertava bicicletas). O modelo que era do barbeiro Lourenço Correa foi fabricada na Inglaterra. Já aquela que pertenceu ao ex-funcionário da CEEE Leonel Ferreira, este a trouxe de Novo Hamburgo pedalando, uma epopeia devido à estrada bem ruim da década de 1950. Dos tempos do ferro ao alumínio de hoje, as bicicletas de Rafael da Silva merecem estar sob a guarda deste dedicado zelador.

A EVOLUÇÃO DO TÊNIS GUARDADA EM CASA

“Não lembro de existir alguma raquete significativa que eu não tenha”. Assim Marcelo Teles de Souza, professor de tênis e (segundo o próprio) advogado nas horas vagas se referindo à sua coleção de raquetes desse esporte. Ele já foi assunto da coluna quando mostramos o Marcelo plastimodelista, criador de réplicas de carros da Fórmula 1 na escala 1/20, expertise que o levou ao patamar de possuidor de uma das maiores coleções do mundo. Pois as raquetes de tênis também passaram a ocupar prateleiras da casa de Marcelo. São 262 exemplares da, conforme Marcelo pesquisou, maior coleção da América Latina. Pense numa marca... ele tem. Correndo o risco de deixar algumas de fora, listei Babolat, Kneissel, Wilson, Dunlop, Prince, Head, Adidas, Puma, Yamaha, Donnay, Yonex e as brasileiras Sulina, Bohrer, Procópio e Metalplas. Pense num material, ele tem de todos, da madeira ao grafite. Pense em diferentes épocas... é claro que ele tem, desde as jurássicas. E olhem só que legal: Marcelo tem raquetes de formatos inusitados. Coisa de adorador do assunto, que compra muito através do eBay. “Garimpa” no mundo todo até encontrar determinado modelo por um bom preço e em bom estado. Todas, leva para a quadra para testar.

Guardadores de preciosidades

Marcelo com uma pequena amostra de sua grande coleção. Reparem no formato da raquete Neoxx que está segurando.

O Casulo ao redor do Laje

Guardadores de preciosidades

Detalhe da instalação

“Casulo” é o nome da interferência artística criada pela artista Heloisa Crocco, que está em fase final e vai “envelopar” a obra de reconstrução do Hotel Laje de Pedra, que irá operar sob a bandeira da rede Kempinski. O projeto será uma das maiores intervenções artísticas contemporâneas do Rio Grande do Sul de escala comparável à intervenção no Muro da Mauá, em Porto Alegre.
A estrutura é grandiosa: cinco mil barrotes de pinus de reflorestamento sustentável, com 7 metros de altura por 200m de comprimento irão sobrepor painéis com arte da obra de Heloisa Crocco impressa em lona fosca envelopando o edifício existente. Os painéis trazem estampados mais uma aplicação de Topomorfose, a pesquisa icônica da artista e designer. O nome é literal e poético ao mesmo tempo. Assim como na natureza, Casulo será um induto até o (re)nascimento: “Por muitos anos a laje de pedra ficou escondida pela construção do hotel. Este foi o ponto de partida da ideia de “encasular” o existente para daqui a três anos revelar a transformação. Pensei em um material da região, muito familiar ao meu trabalho e que quando for retirado será reaproveitado”, explica Heloisa.

Semana de Arte na 12b

A Galeria Arte12b (Gramado) promove a Semana de Arte de 26 a 30 de outubro. O evento expõe e comercializa obras de arte e tapetes orientais, traz performance de pintura, leilão e palestra. Entre as atrações está a participação do artista Marcelo Hubner, que comemora 20 anos de atuação no mercado da arte e já expôs no Exterior. Ele apresentará um trabalho figurativo e contemporâneo, que mescla técnicas da escola impressionista e da arte abstrata. Nos últimos anos, o artista voltou o seu olhar para o mercado sulista, retratando os campos da campanha gaúcha e agora, de forma inédita, para a Arte12b, as araucárias símbolo da Serra Gaúcha.
PROGRAMAÇÃO SEMANA DE ARTE
PERFORMANCE DE PINTURA:
De 26 a 30 de outubro, das 10 às 18h30
PINTURA AO VIVO + LEILÃO DA OBRA:
Dia 28 de outubro às 19h30
No Instagram @arte12b o público poderá acompanhar e interagir com dúvidas e perguntas.
EXPOSIÇÃO E PALESTRA TAPETES ORIENTAIS:
Exposição de 26 a 30 de outubro, das 10h às 18h30
O Marchand Nicholas Bublit, é o responsável por trazer a exposição de tapetes para a Galeria Arte12b.
Serviço da Semana de Arte:
Local: Galeria Arte12b
Rua Ricardo Sturmhofel, 120 - Centro, Gramado
De 26 a 30 de outubro, das 10h às 18:30h
Mais informações: www.galeriaarte12b.com

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