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Meu primeiro dia das mães
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Meu primeiro dia das mães

O Dia das Mães é comemorado no próximo domingo (9), data que sempre reuniu a família brasileira para comemorar o dia de mulheres tão especiais, mas que pelo segundo ano consecutivo será diferente, cheio de cuidados e almoços a distância. Em tempos de pandemia, as formas de afeto foram modificadas. Os abraços e os beijos ficaram mais distantes e foram substituídos por simples soquinhos ou um encostar de cotovelos.
Para comemorar o Dia das Mães, o NE conversou com a Samanta, a Bruna e a Vanessa. Três mulheres incríveis que nos contaram como tem sido a jornada da maternidade na vida delas nesse primeiro ano como mamães.

“A VIDA DÁ UM 360°, MAS É UMA MUDANÇA TÃO BOA E ESPECIAL”

Vanessa Rottmann tem 36 anos. É relações públicas e mamãe da linda Aurora. Vanessa conta como foi descobrir que estava grávida e o misto de sentimentos que esse momento proporciona. “Foi aquela surpresa boa, que dá um frio na barriga. Junto veio o medo, a insegurança e, depois do susto, vem uma alegria imensa e muito amor. Era algo que desejávamos há um tempo”, diz.
A mudança na vida da mamãe da Aurora foi total, mas agora ela diz se sentir muito mais completa. “A vida dá uma guinada de 360°, mas é uma mudança tão boa e especial, cheia de descobertas e desafios que tu nem consegue imaginar como era a vida antes. Realmente, os filhos completam”, conta.
A amamentação é parte delicada na vida de algumas mulheres. Vanessa conta como foi a amamentação para ela e como é essencial que não exista culpa quando ela não acontece. “Infelizmente, não consegui amamentar minha Aurora. Queria muito, mas não rolou. Não me senti culpada, nem frustrada, pois isso não mudaria em nada nossa ligação e a relação de mãe e filha. Tenho certeza que quem cria esse laço duradouro somos nós, independentemente do tipo de parto ou da amamentação”, revela.
É quase impossível passar por todas as mudanças da maternidade sem uma rede de apoio. Vanessa afirma que a presença e a colaboração de toda a família dela e do seu marido é fundamental. “Eu e meu marido temos famílias maravilhosas. Estão sempre dispostos a ajudar e aconselhar. Nunca me senti desamparada. São muito presentes, participativos e essenciais para mim, mamãe de primeira viagem”, diz.
Quando nasce um filho, o amor só se multiplica diariamente. A mãe da Aurora declara todo a felicidade que sente por tê-la. “A melhor parte de ser mãe é sentir um amor que transborda, é olhar para ela e ver meu mundo todinho ali. Um amor difícil de expressar em palavras. Ser mãe é uma benção, mas acima de tudo é ter a capacidade de amar incondicionalmente”, confessa.
Daqui pra frente, Vanessa espera um mundo mais adequado e saudável para o desenvolvimento de sua pequena. “O futuro será uma linda aventura com certeza. Eu espero um mundo melhor para minha Aurora crescer, viver e ser feliz. Um mundo mais humano, mais justo, com mais amor e respeito ao próximo”, diz.

Meu primeiro dia das mães

VANESSA e Aurora

“ELE É UMA EXTENSÃO DE MIM E TUDO QUE EU FAÇO É PENSANDO NELE”

A empresária Bruna Oliveira, 33 anos, conta como foi a experiência de gerar a vida de Gregório e fala sobre como é encarar a maternidade em meio à pandemia. Para a empresária, ser mãe era um sonho e o seu filho é a luz após um momento difícil. “Eu sempre quis ser mãe. Tive uma perda antes do Gregório. Então, ele é meu bebê arco-íris, como intitulam. Depois da tempestade, abre o sol e, com ele, esperança em forma de arco colorido”, conta.
Quanto às modificações na sua rotina, Bruna fala sobre como as coisas estão diferentes depois do nascimento do bebê. “Tudo mudou. Eu me considero uma mãe moderna e prática, mas sou mãe de primeira viagem. Erro muito tentando acertar. Hoje, eu já não me cobro tanto. Ele é uma extensão de mim e tudo que eu faço é pensando nele, mas sou jovem e socialmente ativa. Consigo deixar ele e sair para jantar ou dormir fora sem me culpar”, diz.
As dificuldades na maternidade são diárias e requerem uma dedicação, mas sem exageros e expectativas de que tudo será perfeito. “A minha maior dificuldade foi a autocobrança! No começo, busquei muita informação e me cobrava demais quando não acontecia de forma perfeita e ideal, começando pelo parto, amamentação, chupeta, mamadeira. Depois, a gente relaxa e tudo flui”, declara a mamãe do Gregório.
Para aquelas mulheres que se tornaram mães nesse último ano, a pandemia interferiu diretamente nesse caminho. Bruna relata como o apoio da família é fundamental para tornar tudo mais leve. “Meu filho nasceu em plena pandemia. Muita gente nem o conhece ainda, mas sempre tive o apoio do meu marido, que é um pai muito ativo e presente, minha mãe nos apoia muito”, revela.
Conciliar a individualidade da mulher com a realidade da maternidade pode ser um desafio para muitas mães. Bruna fala a respeito da importância de acompanhar as etapas do desenvolvimento do bebê e continuar exercendo o que gosta de fazer. “Nem programo algo sem ele. Mas eu sou bem organizada. Consigo trabalhar e ao mesmo tempo ter qualidade com meu bebê. Acompanho cada evolução, que é constante e diária!”, diz.
A empresária relata que o dia a dia com o Gregório é sempre cheio de descobertas e como cada uma delas colabora para o estreitamento do laço dos dois. “O amor só aumenta a cada dia, eles nos surpreendem. Tento não criar muita expectativa, mas o deixo livre pra descobrir o mundo. Cada dia acontece algo inédito e eles vêem graça numa simples embalagem. Ficam horas analisando e brincando com a caixa do brinquedo e, ao mesmo tempo, logo tudo perde a graça e já partem para uma nova descoberta, mais desafiadora e perigosa! Sim, eles amam o perigo, altura, cabeça para baixo, degraus, a boca dos cães”, conta.
Para o futuro nessa jornada cheia de aventuras, Bruna deseja um amanhã próspero para curtir o seu filho cada vez mais. “O que eu espero é que eu tenha muita saúde e disposição pra poder acompanhar o crescimento dele bem de pertinho! E que a pandemia acabe logo pra todo mundo voltar a se abraçar. A melhor parte em ser mãe é ter ele como filho. Sou muito abençoada, assim como todas as mães”, declara.

Meu primeiro dia das mães

BRUNA e Gregório

“O AMOR QUE EU SINTO PELO NOSSO FILHO É AINDA MAIOR DO QUE O CÉU”

Samanta Vasques é relações públicas e colunista social do Nova Época. Com o nascimento do pequeno Lucca, se tornou mãe em fevereiro de 2021. Quando descobriu que estava grávida, Samanta diz ter concretizado um sonho. “Foi uma grata surpresa! Lucca foi planejado, não necessariamente para esse momento, no meio de uma pandemia, mas eu sempre quis muito ter um filho”, declara.
Anteriormente, Samanta havia passado por uma perda na gestação. Para ela, Lucca veio para iluminar. “Ele é o arco-íris depois da tempestade. Antes de engravidar, sofri uma perda e tive muito receio no início, mas depois que passa essa insegurança, o processo se torna algo muito legal”, diz.
Conforme Samanta, as preocupações das mães com os seus filhos acontecem por toda a vida, porém quando estamos em uma pandemia e o universo da maternidade ainda é uma novidade, as incertezas são ainda maiores. “Cada ecografia é uma preocupação, a morfológica, a translucência nucal, descobrir o sexo. Não são problemas, mas são etapas que geram um pouco de apreensão. A Covid também colaborou com essa sensação de incerteza. Perdemos o meu sogro em janeiro e o Lucca nasceu em fevereiro. Então, foi um misto de sentimentos e preocupações”, relata a relações públicas.
PREOCUPAÇÃO
Samanta conta que o que mais a preocupou durante a gravidez foi quando o seu obstetra foi acometido pelo coronavírus e não pode acompanhar o restante do desenvolvimento do bebê. “O meu obstetra foi o doutor Fernando Valle no início da gestação, porém ele foi diagnosticado com Covid e se afastou do consultório para cuidar da saúde. Fiquei sem um acompanhamento médico nesse período, até conhecer a doutora Keli Both, que me acompanhou e me auxiliou até o fim da gravidez. Agradeço muito aos dois”, revela.
O parto é uma das etapas mais importantes no processo gestacional. Samanta conta como foi esse momento para ela. “Mesmo antes de descobrir que estava grávida, eu sempre quis um parto natural e humanizado e ele aconteceu muito melhor do que o imaginado. O trabalho de parto foi rápido, muito tranquilo e o bebê nasceu super bem”, conta.
Depois do nascimento, as mães normalmente passam por dificuldades na adaptação com a criança, é tudo extremamente novo. A mamãe do Lucca fala a respeito do seu maior dilema depois do nascimento do pequeno, a amamentação. “O meu maior dilema na maternidade, até agora, foi a questão da amamentação. Ela é fundamental e crítica para o desenvolvimento do bebê. Lucca tinha a pega correta, eu tinha leite, mas ele já nasceu muito faminto e eu nem sempre dava conta da quantidade de leite que ele demandava. Sofri com rachaduras nos mamilos, passei por procedimentos para reconstitui-los e tive muita angústia, mas acabou dando tudo certo”, diz.
APOIO
O apoio das pessoas que estão à sua volta é essencial na vida da puérpera, a família ocupa um espaço fundamental para o pleno estabelecimento do novo membro na rotina dos familiares. “A família é muito importante, quando nasce um bebê, nasce uma mãe e uma família também. Esse apoio não é só para ajudar a cuidar, mas para ter paciência, estar junto da mãe é importante e muda tudo. O pai do Lucca, o Cristiano, me auxilia com tudo: troca fralda, cuida, dá mamadeira, brinca. Ele é fundamental”, declara Samanta.
Sobre a melhor parte em ser mãe, a relações públicas fala a respeito da singularidade dos momentos. “Não existe a melhor parte. Até as mais complicadas não tem preço e são sempre lindas. Todo dia é único”, conta.
Samanta demonstra todo o amor e carinho que sente pelo Lucca e a vontade de ser a melhor mãe do mundo. “Quero que o Lucca sinta todo esse amor que tenho por ele, que nossa jornada seja sempre divertida, encantadora e cheia de conquistas. Desejo que o Lucca possa contar comigo, que no futuro sejamos cúmplices um do outro e muito amigos. O pai dele sempre comenta que o amor dele pelo Lucca é maior que o céu e eu já falo que o amor que eu sinto pelo nosso filho é ainda maior que o céu”, assegura.

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SAMANTA e Lucca

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