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“Não estou vendo surgir as bandas”
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“Não estou vendo surgir as bandas”

Na semana em que se celebrou o Dia Mundial do Rock (13 de julho), a coluna é musical.
Trazemos a opinião de um tarimbado profissional sobre os caminhos do rock na cena local
e uma boa notícia sobre um empreendimento no Centro da cidade.

O baterista canelense Mateus Perotto, cuja trajetória já foi contada aqui na Salada, está na estrada e presente nos palcos e bares da região há muito tempo. Componente da banda Big Hits (junto com Sergio Severo, Cirilo Bacellos e Luiz Terra), que toca clássicos do rock principalmente em eventos, Perotto também participa de outras formações como o Grupo Tabuapera e o trio de Gerônimo Tomazelli. No Hard Rock Café de Gramado, embala as Quartas Beatle ao lado de Andy Pugliese e Nino Salazar.
Professor de bateria, Mateus se diz perplexo pelo longo período que estamos atravessando sem o aparecimento das novas bandas na região: “É de certa forma preocupante que hoje a gente não veja em Canela e Gramado aquele movimento da gurizada se reunindo e formando bandas. Isso acaba criando uma lacuna muito grande na renovação da música local”. Uma das causas dessa inércia, segundo Perotto, pode ser a falta de locais para os jovens irem ver músicos tocar rock de qualidade.

A pandemia deixou todo mundo em casa, mas a acomodação e a internet, segundo ele, também levaram a isso. “E a criação de uma banda de garagem só existe se existirem os locais para ir ouvir rock e ter a perspectiva de se apresentar. E esses palcos, mesmo antes da pandemia, já estavam minguando”, diz ele. O baterista finaliza atentando para um fato (não é uma crítica): as figuras do DJ’s também passaram a servir de exemplo de sucesso individual na noite. Muitos jovens estariam se espelhando naqueles caras e mulheres que, sozinhos, fazem a festa.

“Não estou vendo surgir as bandas”

Museu da música em canela

Notícia que começou a tomar corpo de uns meses para cá, os investidores que vão tornar realidade o Stone Hall - Museu da Música, em Canela, vêm aos poucos divulgando em entrevistas e lives os detalhes do projeto. Através de declarações da direção do Grupo Feltrin, de Farroupilha e mesmo sem a Prefeitura de Canela se pronunciar oficialmente sobre o fato, sabe-se que o Museu estará localizado na Estação Campos de Canella, no subsolo daquela que aos poucos vai sendo chamada de “nossa rua coberta”.
Grande lance que une cultura, memória e música, o Stone Hall já se tornou franquia e, após o pioneirismo em Canela, poderá ser montado também em locais como Rio de Janeiro e Foz do Iguaçu. Tudo com a expertise que o Grupo Feltrin foi adquirindo com iniciativas como trazer para Gramado o Hard Rock Cafe, que está fazendo notável sucesso. Empresas parceiras podem estar em fase de adesão ao projeto.
O museu contará com mais de dois mil itens relacionados aos estilos musicais desde a década de 1910 até os anos 1990. Acervo que vem sido adquirido pelo Grupo Feltrin havia anos, serão instrumentos, trajes, carros e objetos de artistas renomados, incluindo Elvis Presley, expostos em cenários exclusivos. O Museu da Música ainda reserva atrações como shows e filmes.

PREFEITO QUE CANTA BEM

Como por trás de toda iniciativa de sucesso sempre há muito de paixão, seguramente, na criação do Stone Hall, está envolvido o sentimento de amor à música de um dos sócios e membro do Conselho de Administração do Grupo Feltrin Fabiano Feltrin. Atualmente no cargo de prefeito de Farroupilha, Fabiano é o homem que impulsionou a vinda do Hard Rock Cafe para Gramado, portanto não se espera menos sucesso para o Museu da Música. Além de empresário, hoje político, Fabiano é também o artista que executa performances de cover de Elvis Presley com qualidade premiada na própria terra do ídolo que marcou gerações.

“Não estou vendo surgir as bandas”

CORDIALIDADE. Na recepção a Jair Bolsonaro em uma vinícola da Região dos Vinhedos, em 9 de julho último, o prefeito Feltrin ajeita a gravata do presidente

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