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O Divino Espírito Santo
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O Divino Espírito Santo

Presença marcante em todo o estado, as “Festas do Divino”, têm sua origem em Portugal e é comum em todo o Brasil.
Em sua participação no livro “Presença Açoriana”, Célia S. Jachemet nos fala das “folias e foliões”...
“Na Folia do Divino temos, com variações os seguintes personagens: o rei (ou imperador), a rainha, o pajem, o alferes da bandeira, os mordomos, os fidalgos e as aias. O elenco pode variar em número, qualidade e atribuições, mas os símbolos permanecem os mesmos.
O Imperador, leva o cetro; o alferes, conduz a bandeira; o pajem, a coroa; os mordomos, lanternas e, as aias, acompanhantes de honra. Um dos fidalgos carrega o tambor e os demais, outros instrumentos. Os foliões cantam versos tradicionais, improvisados ou decorados, benditos e hinos e rezam orações. Há também o tiple, que faz voz de falsete, acompanhando o último verso de cada estrofe.
Na residência cantam versos improvisados de acordo com a recepção e o ambiente, sempre abençoando e agradecendo as ofertas recebidas.
Segundo Francisco Carneiro da Costa, a origem dos foliões está na Grécia Antiga. Nos Açores, os foliões aparecem nos primeiros documentos relativos às Festas do Divino. O papel dos foliões era de tal modo importante que daí a expressão “Folias do Espírito Santo” para designar o todo da festa.
No Brasil as folias aparecem com os tocadores de tambor e de pandeiro. Há os cânticos, danças, roupas coloridas enfeitadas com papéis e flores, e muito da arte efêmera. Tudo isto é uma demonstração de alegria pela devoção e pelas graças alcançadas.
Enfim, rezar, comer e folgar são as três bases da festa. E, como se canta, tanto no Brasil, quanto nos Açores”...
Viva quem serviu a mesa, / quem deu água ao folião,
tenha os anjos por companhia / e o céu por proteção.
As Festas do Divino têm uma de suas maiores comemorações na localidade de Criúva e são manifestações expressivas de uma festa religiosa das mais populares do Rio Grande do Sul.
Meu irmão – de uma ordem maior justa e perfeita – Marcelo Wasem Veeck publicou, no livro “Raízes de Santo Antônio de Patrulha” em 2020, um excelente texto sobre as Festas do Divino aqui em Canela... a nossa terra!

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