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PRIMÓRDIOS DO MOVIMENTO TRADICIONALISTA (FINAL)
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PRIMÓRDIOS DO MOVIMENTO TRADICIONALISTA (FINAL)

PRIMÓRDIOS DO MOVIMENTO TRADICIONALISTA (FINAL)
(E os cadernos do velho IGTF...)

Os tradicionalistas mais jovens, com certeza, notam que há uma lacuna na história da constituição dos primeiros Centros de Tradições Gaúchas...
Na verdade, apesar do 1º CTG aparecer só em 1948, a história é muito mais antiga, como veremos a seguir.
Depois da contribuição do Partenon Literário e sua conscientização (visto semana passada), vamos a outros dados marcantes:

Contribuição Uruguaia
De acordo com Hélio M. Mariante: “Adite-se que este sentimento nativista também ocorria no país vizinho – o Uruguai, cuja formação em muitos casos, foi idêntica à do Rio Grande do Sul. Em 1894, Elias Regules funda uma entidade tradicionalista com o nome de La Criolla, tendo chegado até nós o eco dessa iniciativa”.

Os pioneiros no RS
Grêmio Gaúcho (22.05.1898) – Da perseverança do Major João Cezimbra Jaques. Porto Alegre pariu a primeira entidade inteiramente voltada às coisas da tradição sul-rio-grandense.

União Gaúcha de Pelotas (10.09.1899) – A segunda entidade, implanta na terra das charqueadas, Pelotas, no Sul do Estado.

Centro Gaúcho de Bagé (20.09.2899) – A terceira entidade nasce em Bagé, cidade “rainha da fronteira”, com profundas raízes campeiras.

Grêmio Gaúcho de Santa Maria (12.10.1901) – O centro do Estado acolhe a quarta entidade que continua a crescer. Em terras da Santa Maria da Boca do Monte.

Sociedade Gaúcha lomba-Grandense (31.01.1938) – A aculturação entre a tradição gaúcha e a alemã. São Leopoldo, é sede da quinta entidade tradicionalista.

Clube Farroupilha de Ijuí (19.10.1943) – Já no centro-norte do Estado, nasce mais uma entidade: a sexta. Ijuí, de colonização alemã e italiana acolhe o último “marco” dessa primeira fase do tradicionalismo em terras gaúchas e brasileiras.

As atividades nas primeiras décadas dessas entidades, umas mais outras menos, pode-se dizer, foram intensas e brilhantes. Com o correr do tempo, deixaram de existir porém, deixaram um legado que continua até hoje nos atuais CTGs espalhados por todo o Estado, Brasil e mundo.
“35” CTG (24.04.1948) – O CTG pioneiro. Assunto para outro dia!

Assim, num tempo mais recente, o antigo Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore – o IGTF – a exemplo desses pioneiros, por muitos anos publicou os famosos “Cadernos Gaúchos” estampando em suas páginas, muitas histórias do Rio Grande do Sul... a nossa terra!

 

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